Burocracia e indústria fraca seguram inovação

Fonte: ANPEI

De olho em um dos maiores entraves ao crescimento – a falta de produtividade da economia – a expectativa do governo é que a participação dos investimentos em inovação tecnológica dobre, chegando a 2% do Produto Interno Bruto (PIB), e isso “para ontem”, diz João De Negri, diretor de inovação da Finep, a principal fonte de financiamento do setor. Está nas mãos da agência executar, até 2014, a maior parte dos R$ 32,9 bilhões do programa que é o carro-chefe do governo para o segmento, o Plano Inova Empresa.

O volume disponível de recursos nunca foi tão alto, mas aspectos estruturais, como a perda de força da indústria da transformação, e burocráticos, incluindo o acesso a esses recursos, atrapalham. O Brasil investe R$ 50 bilhões ao ano em inovação ou 1,1% do PIB (60% disso investido pelo governo e 40% pelas empresas), segundo dados mais recentes do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O percentual coloca o País em uma posição intermediária, à frente de seus pares latino-americanos, mas ainda distante da média dos países da OCDE, que investem 2,4% do PIB em inovação.

O caminho para chegar lá pode ser sinuoso. A indústria da transformação, que vem perdendo participação na economia, responde hoje por nada menos do que 70% dos gastos em pesquisa e desenvolvimento feitos por empresas. “Se nada for feito, o Brasil vai continuar nas posições intermediárias com relação à inovação”, afirma Carlos Eduardo Calmanovici, presidente da Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadores, a Anpei.

Investir no Brasil custa caro – em inovação, ainda mais, dizem os críticos. “Mão de obra, infraestrutura, impostos, tudo isso compõe uma cesta de custos que impacta a atividade em geral e particularmente os gastos em pesquisa e desenvolvimento (P&D), que exigem equipamento sofisticado e mão de obra qualificada”, diz Calmanovici.

O processo longo e complexo para acessar os recursos também é apontado como um entrave, assim como as garantias exigidas para obtenção dos empréstimos. “Uma pequena empresa tem dificuldade de oferecer garantias e uma start-up [empresa de pequeno porte] não tem garantia nenhuma a oferecer”, afirma Paulo Mol, diretor de inovação da MEI (Mobilização Empresarial pela Inovação), articulada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). E a questão não se restringe às pequenas. Uma fonte do setor afirma que já participou de uma reunião com uma gigante do ramo de alimentos e bebidas que encontrou dificuldades nas exigências de garantia para conseguir o financiamento.

Mol diz também que a agenda de inovação no Brasil ainda tem um perfil muito acadêmico, em contraposição à tendência global, claramente empresarial. “Se você encontrar um pesquisador americano a pergunta básica é em que empresa ele trabalha. No Brasil, a pergunta vai ser em que universidade ele dá aula”, diz. Para Moll, esse descompasso tem feito com que boa parte do conhecimento acabe gerando ‘papers’ e não patentes. “Ao se produzir pesquisa, o caminho mais acertado seria questionar se ela tem potencial de mercado, se vai reduzir custos, gerar renda e a empresa e aumentar a produtividade”.

A favor das iniciativas mais recentes, Moll diz que o marco legal de inovação tem apresentado melhorias, como a criação de órgãos como a Embrapii, a Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial, bastante focada nas demandas empresariais.

De Negri, diretor da Finep, reconhece os entraves, mas diz que o governo oferece hoje às iniciativas inovativas instrumentos muito similares aos oferecidos por países desenvolvidos. No mundo, diz ele, cerca de 50% dos investimentos privados em P&D são financiados pelo setor público, com recursos subvencionados, enquanto, no Brasil, menos de 10% dessas atividades são financiadas de forma subvencionada. Atenta aos gargalos, a Finep modificou todos os procedimentos internos de tal forma que, a partir de julho deste ano, o prazo para que o empresário saiba se o seu projeto é enquadrável no plano Inova Empresa cai para 30 dias.

Para Calmanovici, fica cada vez mais claro ao governo, empresas e comunidade científica que não há como conferir competitividade estrutural ao negócio sem passar por inovação tecnológica. “Pode-se adquirir competitividade com a eliminação de um imposto, mas é circunstancial. Inovação é avanço efetivo, é competitividade na veia”.

(Com informações do Valor Econômico)

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Citação sobre Inovação: Opinião do Cliente

Fonte:

Vinicius Postai


“Os clientes não conseguem dizer às empresas como inovar.”
Guy Kawasaki

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A importância dos Recursos Humanos de uma empresa

Por Solange Sousa Mendes

São os RH que, atentos aos anseios pessoais e ao ambiente social dentro da organização, procuram inserir programas de qualidade de vida no trabalho, organizando ações de formação, e políticas de incentivos financeiros e de bem-estar.

De maneira geral, a gestão de recursos humanos têm as seguintes funções e atividades: planeamento de recursos humanos; recrutamento e seleção; integração dos recursos humanos; análise e descrição de funções; avaliação de desempenho; remunerações e incentivos; higiene e segurança no trabalho; formação profissional e desenvolvimento pessoal e controlo e auditoria de recursos humanos.

Por exemplo, o Planejamento de Recursos Humanos consiste em identificar o que deve ser feito para conseguir os colaboradores necessários à concretização dos objetivos da empresa. Para que o esse planejamento saia bem feito é necessário que os gestores dos RH conheçam a natureza dos objetivos da organização, o conhecimento do mercado de trabalho e das disponibilidades internas, assim como terem o domínio de técnicas de planeamento.

No recrutamento, os RH têm de arranjar meios para atrair candidatos capazes de ocupar determinados cargos ou desenvolver determinadas tarefas na organização. O recrutamento pode fazer-se no interior da organização (recrutamento interno) ou no exterior da organização (recrutamento externo).

Na selecção, a fase posterior ao recrutamento, os Recursos Humanos têm de optar pelos colaboradores mais adequados às funções da empresa.

Segue-se a integração do novo empregado. Também cabe aos RH usarem de todos os meios para que o novo membro se “sinta em casa”. Normalmente, são eles que fazem as apresentações: tanto das instalações, como dos novos colegas.

A partir daqui, é só introduzi-los nas suas novas funções e preparar a avaliação do desempenho. Todos os anos, os colaboradores são avaliados. Esta avaliação consiste em verificar se o colaborador conseguiu cumprir as funções propostas com sucesso. Esta passa por três fases: observação do comportamento; medição do comportamento e comunicação do resultado de forma a motivar o trabalhador. Se o gestor de Recursos Humanos considerar (até pelo resultado da avaliação de desempenho) que o colaborador precisa de formação adicional, deve organizar os workshops. Este processo de formação passa por 4 fases: diagnóstico da situação (identificação e análise das necessidades); Programação (quem treina; que conteúdos; que metodologias usar); Implementação (aplicação dos programas); Avaliação (verificação das alterações provocadas pela formação).

Para além do mencionado, também cabe aos RH medir o sentimento das pessoas em relação aos regulamentos, às regras, aos procedimentos, às recompensas, ao espírito de grupo e ao apoio dos superiores, etc. Tudo isto traduz-se numa auditoria de recursos humanos que é feita através de questionários, entrevistas e estatísticas de pessoal.

Em suma: os RH são a tábua de salvação dos colaboradores. São eles que mais vão lutar pelo bem-estar e motivação do colaborador… ou pelo menos, assim devia ser.

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7 lições para estimular a sua vocação empreendedora

Por Jerônimo Mendes

Quem quer ser empreendedor? Se você fizer essa pergunta numa sala de aula, por experiência, posso afirmar que não mais do que dois ou três vão dizer “eu quero”. Quando lanço essa pergunta no ar, a estatística é cruel, poucos se manifestam.

No passado, a pergunta era um pouco diferente: o que você vai ser quando crescer? A maioria tinha a resposta na ponta da língua: médico, advogado ou engenheiro. Os pais faziam de tudo para incutir tais profissões na cabeça dos filhos. A vocação era uma questão de convencimento.

Na minha terra, os pais enchiam a boca pra falar, os olhos brilhavam e o coração palpitava só de lembrar que os filhos, convencidos por eles mesmos, estavam na capital paranaense estudando Medicina, Advocacia (nem Direito era) ou mesmo Engenharia.

Saber o que você quer ou fazer exatamente aquilo que seus pais querem que você faça é bom ou ruim? Você nunca saberá enquanto não experimentar um ou outro caminho. De uma forma ou de outra, a algum lugar você deverá chegar, quer siga a cabeça dos pais, quer siga a própria intuição, quer não siga ninguém.

Na fase da pré-adolescência ou mesmo na fase da adolescência, poucas pessoas sabem o que querem, mas isso não relevante. Conheço adultos, na faixa dos trinta aos oitenta anos, que ainda não encontraram o caminho das pedras.

O mundo está recheado de oportunidades que ainda nem conhecemos no campo das artes, da economia, da administração, da genética, da biodiversidade e da engenharia. Quando você menos imagina, surge uma nova ciência, um novo nicho e, com eles, novas oportunidades de gerar demandas, empregos e negócios.

Para facilitar ainda mais a escolha do caminho a ser seguido, diferentes tipos de inteligência foram mapeados por Howard Gardner, psicólogo norte-americano. Você pode ser bom em artes, linguística, raciocínio lógico-matemático, percepção fisico-cinestésica, relações intrapessoais e interpessoais. O mundo é um vasto campo de diferentes desejos, necessidades e demandas.

Além de tudo isso, você pode se tornar empreendedor de sucesso criando produtos e serviços que facilitem a vida das pessoas, gerando empregos, contribuindo para o crescimento econômico e social da sua cidade, do seu estado ou do seu país, além de proporcionar valor para a sociedade.

Em síntese, você pode ser o que quiser em qualquer campo de atuação se a escolha estiver alinhada com a sua vocação, portanto, quanto mais cedo descobri-la, maior a chance de viver uma existência rica, feliz e desafiadora em todos os sentidos.

São poucos os privilegiados que tiveram orientação de carreira no passado. Muita gente aprendeu a profissão por osmose. Nunca nos disseram como nos relacionar melhor com as outras pessoas nem aprendemos a lidar com o dinheiro na infância. Acredite ou não, isso faz uma enorme diferença quando você começa a trabalhar, seja como patrão, seja como empregado.

Por essas e outras razões, compartilho aqui sete lições importantes para reflexão, disponíveis no meu livro Empreendedorismo para Jovens (Editora Atlas), escrito em parceria com o meu amigo Iussef Zaiden Filho.

Espero que isso o ajude a descobrir o início do caminho. Espero também que uma das alternativas seja empreender. O restante do caminho você faz ao caminhar. Vejamos:

Identifique as áreas mais importantes da sua vida: não se preocupe se mais adiante o grau de importância em relação a cada área mudar. Isso depende de vários fatores, entre eles a sua criação, a sua cultura, a sua história de vida, o exemplo que vem dos seus pais, professores, amigos e heróis de infância. O que é mais importante para você neste exato momento? Saúde – religião – educação – lazer – dinheiro – casa – família – amigos – bens materiais – hobbies – etc.

Escolha entre três e cinco áreas importantes: faça uma breve descrição de como sua vida encontra-se hoje em cada área escolhida. Se você escolheu família, por exemplo, escreva sobre o relacionamento familiar, as coisas que você não tolera em casa e as coisas que você gostaria de mudar. Defina uma área relevante.

Visualize o futuro: a visualização é uma técnica essencial; você já escolheu as áreas mais importantes, portanto, feche os olhos, imagine-se daqui a dez ou vinte anos; chamamos isso de “self talk”, portanto, tenha uma conversa franca consigo mesmo sobre o futuro desejado. Ninguém muda o passado, somente o futuro.

Coloque as ideias no papel: qual é a profissão, a empresa, a esposa, o marido, a família e a renda ideal desejada? Trata-se apenas de um ensaio, mas é importante anotar. Mais adiante, você deve tratar especificamente da visão, da missão e do seu plano de vida.

Organize as ideias: o que você precisa mudar? Quais são as suas prioridades? Quais são as competências necessárias para conseguir o que você quer? Qual é o tempo razoável para que tudo isso aconteça? Se for algo por conta própria, por onde você pode começar? Quem poderá ajuda-lo?

Troque ideias com pessoas bem-sucedidas: a experiência conta muito e não existe nada que você não possa fazer, entretanto, algumas coisas podem ser feitas com menos sacrifício quando você busca a orientação nas pessoas que trilharam caminhos semelhantes. Ouça as pessoas, mas siga o seu coração.

Não perca tempo tentando encontrar a perfeição: enquanto você está pensando em algo, milhares de outras pessoas já começaram. O mais importante é encontrar um nicho, um começo, um objetivo definido e nunca mais perdê-lo de vista. Aquela eterna espera pela melhor ideia pode ser uma péssima ideia.

Por fim, imagine o quão maravilhoso seria o mundo se todas as boas ideias fossem colocadas em prática. Não estou falando apenas de produtos e serviços que são explorados pelas grandes empresas, mas de ideias simples, e ao mesmo tempo revolucionárias, que facilitam a vida das pessoas.

Para encontrar o caminho as pedras, independentemente da sua idade, leia o meu livro Empreendedorismo para Jovens e você vai entender, por diferentes caminhos, estímulos, insights e reflexões, as razões pelas quais você ainda não se arriscou a empreender. Ao fim do livro, o seu modelo mental será bem diferente daquele com o qual você iniciou a leitura.

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“Como faço para construir uma organização que executa de forma consistente a sua estratégia?

Abaixo segue algumas dicas propostas pela Six Diciplines:

• Uma Metodologia repetitiva para conduzir a aprendizagem organizacional e compreensão
• Coaching de responsabilidade para nutrir e empurrar para manter o curso
• Sistema de execução para envolver todos, todos os dias, em tempo real, no alinhamento
• Comunidade de Aprendizagem para compartilhar as melhores práticas e reforçar e acelerar a aprendizagem

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Citação sobre Inovação: Investimentos certos em inovação

“Em outras palavras, a inovação não é algo que se queria dirigir a partir do topo. De certa forma, eles estão certos. Mas, sem o investimento certo em recursos, indivíduos, equipes e unidades de negócios que podem conduzir a inovação, não se pode esperar nada”

Andrew Hargadon

 

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O comprometimento para o sucesso dos negócios

Por: Jorge Luiz da Rocha Pereira

Não basta ser o empregado ou proprietário, o importante é participar do dia a dia das atividades empresariais, desde a abertura das portas até o seu fechamento.

Vamos conversar um pouco sobre isto.

Arraste seu Notebook para mais perto, vamos trocar um pouco de conhecimento.

Sempre é oportuno lembrar que independente do seu esforço, a movimentação e as oscilações dos ânimos do mercado vão continuar a acontecer, e certamente chegarão às portas da sua empresa, algumas vezes como um Tsunami, outras como uma marola.

Portanto, estar segurando o leme do negócio, significa olhar e compreender as novas situações que se formam a todo instante, para logo em seguida avaliar a situação e tomar decisões, como alterar a rota, reduzir ou aumentar a velocidade, colocar as pessoas certas nos locais certos, para atingir os objetivos imediatos e de longo prazo.

Para que todos estejam e continuem engajados com as metas da organização, é fundamental que as atitudes do gestor encorajem os empregados a conquistarem seus objetivos, que não podem ser resumidos a apenas a remuneração mensal.

Veja a atitude de liderança, coordenação e ação vitoriosa do proprietário, ultrapassa as barreiras da hierarquia, vai muito mais além, chega a ser o porto seguro, onde os empregados podem buscar informações sobre os produtos e serviços da empresa, entender melhor as necessidades dos clientes, e ainda enxergar os objetivos da empresa.

Segundo estudo da Project Management Institute (entidade norte-americana que discute as melhores práticas de gestão), a causa de sucesso de um empreendimento é o conhecimento dos empregados da estratégia da empresa.

Esta aproximação dos funcionários à elaboração do plano de ação da empresa eleva o nível de comprometimento, como também os fazem cúmplices dos resultados obtidos.

Para iniciar qualquer atividade, o conhecimento dos pontos de partida e chegada, e o debate para defini-los, por parte dos envolvidos, são sempre essenciais para desenvolver os meios para movimentar a empresa com segurança funcional, operacional e também financeiramente.

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Financeiro, fluxo de caixa e desespero

Por Jocaffi Breda

O desenho dos processos internos, atrelado a um controle rígido dos pagamentos e recebimentos é fundamental, pois 1% a mais em qualquer despesa pode significar um custo alto para qualquer organização.

O controle do fluxo de caixa é fundamental, onde a manutenção de certas quantias garante que os pagamentos sejam efetuados nas datas respectivas, evitando-se assim, multas, juros, etc. Qualquer despesa extra, como por exemplo, a falta de uma determinada peça na linha de produção, para a montagem de um kit, que deve ser entregue em poucos dias, pode significar um custo/prejuízo, onde a compra imediata pode gerar em alguns casos aumentos significativos em valores.

O que fazer?

 Nesta hora, se percebe que uma falha na manutenção dos estoques desta peça, gerou um problema na linha de produção, e por consequência ao departamento financeiro e o pior ao cliente final, caso não se resolva.

CAUTELA E JOGO DE CINTURA!

Negociar junto ao fornecedor uma melhor oferta, um desconto ou prazos melhores; Caso não tenha outra opção, antes de fechar a compra das peças faltantes, pode-se ainda entrar em contato com o cliente final, explicando a situação, verificando a possibilidade de ser feita uma entrega parcial, desde que a mesma não gere mais custos desnecessários. Ou ainda, a própria prorrogação do prazo de entrega junto ao cliente.

Não existindo possibilidades, compra-se o material, paga-se um custo extra, porém, atende-se o cliente com prestatividade. Dentro deste exemplo, o que deve ficar claro é que, a manutenção financeira é crucial, porém, imprevistos acontecem, e todos os setores devem estar cientes do grau de responsabilidade que lhes cabem, não se deve achar culpados, e sim soluções.

O desenho dos processos internos, atrelado a um controle rígido dos pagamentos e recebimentos é fundamental, pois 1% a mais em qualquer despesa pode significar um custo alto para qualquer organização.

Portanto, antes do desespero, melhor mesmo é rever processos, buscar controles e soluções pertinentes que garantam um desempenho favorável da empresa e a maximização de resultados que vise satisfazer o cliente, caso contrário o bolso é quem paga.

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Citação sobre Inovação: Estrategia de Inovação

Uma estratégia de inovação representa como o foco, os investimentos e os recursos vão apoiar o tipo de inovação que vai servir a estratégia global da empresa”

Andrew Hargadon

 

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Citação sobre Gestão: Missão X Mantra

Fonte: Vinicius Postai
“Para compartilhar significado, crie um mantra em vez de uma missão. Missões são geralmente longas e enfadonhas.”
Guy Kawasaki

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Citação sobre Inovação: Inovar com Elegância

Fonte: Vinicius Postai
“Quando criar algo inovador, invista também na elegância desse produto. As pessoas valorizam isso.”
Guy Kawasaki

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Os quatro desafios das empresas modernas

Por: Egnaldo Paulino

Durante um treinamento no Disney Institute, os facilitadores perguntam aos executivos presentes: Quais são os desafios que as suas organizações estão enfrentando? As repostas normalmente são: maior concorrência, dificuldade de mão de obra, aprender a firmar parcerias com mais eficácia e satisfação do cliente.

A concorrência nos dias atuais está mais acirrada, a cada dia aparecem novos concorrentes no mercado competindo com seu produto ou serviço. Entretanto, o concorrente de um restaurante pode não ter somente outro restaurante, e sim o cinema, o teatro, a loja de roupas, pois ambos estão disputando o mesmo dinheiro do consumidor.

A dificuldade de mão de obra é comum em todos os ramos de atividade. Todos os dias têm notícias na mídia, que as empresas não conseguem preencher as vagas abertas, embora esteja sobrando trabalhadores sem carteira assinada, em virtude da baixa qualificação desses trabalhadores. Algumas empresas para resolver o problema começaram a criar programas de qualificação profissional para preencher esta lacuna.

Aprender firmar parceria com mais eficácia é uma necessidade constante nos dias atuais, pois geralmente as empresas necessitam de serviços de terceiros para completar o atendimento aos clientes. Uma loja de móveis que contrata o serviço de uma empresa de montagem para montar os móveis na casa do cliente, a transição do serviço deve ser imperceptível para os clientes.

Por fim, o clássico enigma do atendimento. A retenção do cliente requer a sua satisfação, mas a satisfação do cliente é um alvo em constante movimento. Os consumidores em geral estão mais exigentes do que nunca, e com toda razão. Para encantar os clientes que voltam a comprar na empresa é necessário elevar os padrões de atendimento a cada retorno.

Desta forma, todas as organizações estão voltadas à mesma meta – atender bem as pessoas que compram os seus produtos e serviços. Não importa se você os chama de clientes, colaboradores ou pacientes, todos devemos satisfazer os nossos consumidores ou arriscamos perdê-los.

Pense nisso!!

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Despertando a inovação em sua empresa.

Por: borishermans

Inovação é a palavra chave no cenário empresarial mundial. As grandes empresas procuram técnicas para se tornarem cada vez mais inovadoras. Programas governamentais são desenvolvidos para estimularem a inovação tecnológica nas empresas. Clientes e consumidores procuram soluções e produtos inovadores.
Mas quais fazem com que uma empresa possa se tornar inovadora?
Bem, não existe uma fórmula mágica ou universal para isto, antes, existem alguns princípios cuja aplicação pode produzir um ambiente favorável à inovação.
Para analisarmos melhor o assunto, devemos inicialmente definir o que seja inovação.
Inovação, neste contexto, pode ser definida como a geração de novos processos, produtos ou serviços que façam sucesso no mundo dos negócios.
Para que haja a geração de novos processos, produtos ou serviços, que resultem em sucesso comercial, é preciso existir pelo menos 3 requisitos elementares, a saber, pesquisa, criatividade e liberdade.
Pesquisa, criatividade e liberdade:
Falar de inovação sem falar de pesquisa seria acreditar em sucesso sem esforço. A pesquisa é o primeiro fator para a geração da inovação. Pesquisa é o estudo, análise, observação, experimentação desenvolvidos por uma empresa, visando à criação ou o aprimoramento de processos, produtos e serviços.
Juntamente com a pesquisa, é preciso existir criatividade por parte dos profissionais que atuem neste processo. Estes profissionais devem ter a mente aberta, serem dotados de espírito questionador, muitas vezes indo além do objetivo inicial proposto pelo projeto onde atuam.
Ainda, junto com a pesquisa e a criatividade, os profissionais devem ter liberdade, inclusive para errarem sem medo de serem repreendidos ou ridicularizados.
Vejamos um exemplo real da importância desses fatores para a inovação nas empresas:
Nos idos de 1.960, a DuPont, empresa do setor químico, tinha uma equipe de profissionais envolvidos no projeto para a criação de um novo tipo de fibra para a fabricação de pneus mais leves e resistentes.
Entretanto, durante o desenvolvimento desse projeto, uma química da equipe, a senhora Stephanie Kwolek, “errou” na preparação de um composto químico. Bem, curiosa com as aplicações daquele novo composto, ela começou a analisar suas características. Como resultado dessas análises, ela descobriu a fibra aramida, mais conhecida como kevlar, uma poderosa fibra atualmente utilizada entre outras finalidades para a fabricação de coletes a prova de bala.
Como vimos neste exemplo, a descoberta inovadora do kevlar não teria acontecido se não houvesse naquela empresa uma cultura de pesquisa, criatividade e liberdade.
Aprender fazendo:
O processo de aprendizagem dentro de uma empresa também é um fator importante para a inovação. Quando este processo de aprendizagem se dá pela prática, ou seja, quando os seus profissionais aprendem fazendo, é possível detectar com maior agilidade os pontos positivos e negativos dos procedimentos, produtos e serviços da empresa.
Porém, para que ocorram inovações neste processo, é necessário ouvir e analisar as sugestões apresentadas, implantando aquelas que representem ganhos efetivos para a empresa, não se esquecendo de dar crédito aos funcionários envolvidos nestas melhorias. Desta forma, os funcionários serão motivados a fazerem parte ativa do processo de aperfeiçoamento da empresa, criando-se uma cultura interna de inovação.
Mantendo um banco permanente de idéias:
Por fim vale à pena mencionar que a inovação nem sempre é reconhecida de imediato. Às vezes podem-se levar anos até que seja descoberta a utilidade de uma nova descoberta. Por isso é importante que esta idéia ou descoberta não se perca no tempo, o que pode ser evitado com a criação de um banco de idéias que possa ser acessado a qualquer tempo por seus funcionários.
Vejamos outro exemplo real para ilustrar a importância do banco de idéias.
Em 1968, um químico da 3M, o senhor Spencer Silver, ao realizar pesquisas para o desenvolvimento de novos adesivos, descobriu um novo produto. Este produto, entretanto, foi descartado naquela época, pois sua aderência não era permanente.
Em 1977, outro funcionário da 3M, o senhor Art Fry, que nas horas vagas cantava no coral de uma igreja, precisava de um marcador mais eficiente para fixar partituras de música. Pesquisando no banco de idéias da empresa ele encontrou o adesivo descoberto por Silver. Quando Fry experimentou usar aquele adesivo aplicado em pequenos blocos de papel, nascia o famoso Post-it, que veio a se tornar um sucesso internacional. Se não houvesse um banco com as idéias e descobertas não utilizadas à disposição dos seus funcionários, provavelmente a 3M não teria criado o Post-it.
Esperamos que estas dicas e exemplos sirvam para despertar a inovação em sua empresa

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Franquia é um bom negócio?

Por: borishermanson

Se levarmos em conta a taxa média de mortalidade das franquias, podemos afirmar que este é um ótimo negócio. Taxa de mortalidade é o levantamento de quantas empresas sobrevivem durante um determinado período. No caso das franquias, a taxa de mortalidade do setor, é estimada pela Associação Brasileira de Franquia – ABF em 5% nos três primeiro anos, enquanto que nas demais micro e pequenas empresas situadas no Estado de São Paulo, conforme levantamento realizado pelo SEBRAE/SP, esta taxa é de 46%.
Essa diferença se deve em parte ao fato de que numa boa franquia o modelo de negócio que é repassado ao franqueado já foi testado com sucesso por seu franqueador. Assim, o franqueado adquire uma empresa bem estruturada, recebendo na compra da franquia toda a tecnologia responsável pelo sucesso daquele negócio.
Entretanto, existem alguns fatores que podem comprometer o sucesso do futuro negócio e que por isso mesmo devem ser analisado com muito cuidado pelos futuros franqueados.
Perfil do franqueado:
Se o futuro franqueado for uma pessoa muito independente, que gosta de tomar suas próprias decisões, é possível que ele encontre dificuldades no relacionamento com a empresa franqueadora, uma vez a franquia admite uma margem reduzida de inovações que podem ser introduzidas sem a aprovação do franqueador. Na franquia a maior parte do negócio é administradora de acordo com as regras e orientações estabelecidas pela empresa franqueadora. Neste caso, o perfil independente do empreendedor poderá afetar negativamente o funcionamento da franquia, comprometendo inclusive o seu sucesso.
Por outro lado, se o empreendedor for uma pessoa habituada a seguir e regras e planos estabelecidos, estando disposto a discutir seus argumentos antes de vê-los implantados, esse seu perfil será mais compatível com o modelo de franquia, o que aumentará as possibilidades de sucesso para o novo negócio.
Dedicação ao negócio:
Outra questão relacionada com o perfil do empreendedor é saber qual o seu nível de comprometimento com a futura franquia. Se o empreendedor tiver um perfil menos comprometido com o futuro negócio, ou seja, se ele tem dificuldades em assumir compromissos de longo prazo, se seus interesses mudam com muita facilidade, talvez assumir uma franquia não seja a melhor opção para ele. Por outro, se o perfil do futuro empreendedor for altamente comprometido com a futura franquia, com certeza ele terá maiores chances de sucesso.
Bem, seja qual for o seu perfil, aconselhamos sempre que o interessado na aquisição de uma franquia seja muito sincero e transparente em seus contados com a empresa franqueadora, expondo da forma mais clara possível sua forma de agir e pensar. Esta transparência será muito útil para que a empresa franqueadora possa analisar se o seu perfil é ou não compatível com a franquia, evitando assim prejuízos e dissabores.
Tempo de retorno do investimento:
Também é preciso ter em mente que existe um tempo mínimo para o retorno do investimento, que costuma ser superior a 36 meses contados após o inicio do empreendimento. Assim, aconselhamos muito cuidado com franquias cujo prazo de duração do contrato seja inferior a este período, pois existirá, neste caso, uma grande probabilidade do franqueado não recuperar o seu investimento.
Outra questão importante a ser analisada é estimar corretamente qual o retorno mensal que o futuro franqueado proporcionará ao empreendedor, especialmente quando a franquia exigir sua dedicação exclusiva por tempo integral. Se o franqueado não tiver uma reserva financeira durante esse período, sua sobrevivência dependerá desse valor.
Pesquise sempre:
Outro cuidado a ser tomado pelo futuro franqueado é pesquisar a opinião de que já é franqueado. Na circular de oferta de franquia, documento que deve ser entregue para analise do candidato a franqueado pelo menos 10 dias da assinatura do contrato ou do pagamento de qualquer taxa, consta à relação dos franqueados daquela marca.
Uma dica dada pelos especialistas para conferir se a franquia é realmente um bom negócio é perguntar aos franqueados por qual valor ele venderia sua franquia. Se este valor for superior ao valor cobrado pela franqueadora, é sinal que o negócio é realmente lucrativo.
Estes são alguns conselhos básicos para quem estiver interessado em se tornar um franqueado de sucesso

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Você sabe qual a diferença entre plano e modelo de negócios?

Por: borishermanson

Para muitas pessoas, plano e modelo de negócios podem parecer sinônimos, ou seja, maneiras diferentes de se referir à mesma coisa.
Entretanto isto não é correto, existindo grandes diferenças entre os dois, diferenças estas que podem afetar os resultados esperados de uma empresa.
Podemos dizer de uma forma bem simplista, que um plano de negócios é o conjunto de informações, análises e cálculos que uma pessoa deveria apresentar para um possível investidor a fim de provar que esse negócio será viável economicamente.
Já o modelo de negócios é o conjunto das informações, analises e cálculos que precisam ser feitos para definir o que uma empresa entregará aos seus clientes (produtos/serviços) e como será feita esta entrega (como a empresa deve funcionar em relação aos seus fornecedores, empregados e clientes) de forma a gerar lucro para tal empresa (sustentabilidade e lucratividade do negócio).
Assim, se o plano de negócios é essencial para demonstrar a viabilidade de um futuro negócio, o seu modelo de negócios é essencial na medida em que ele é utilizado para definir o que e como será feito para o negócio produzir os lucros esperados.
Como montar seu modelo de negócios:
Como já mencionamos, o modelo de negócios é composto por informações, análises e cálculos envolvendo os seguintes aspectos da empresa:
a) – quais produtos e/ou serviços uma empresa deve entregar para seus clientes;
b) – como esta entrega deve ser realizada, desde os custos, processos, procedimentos envolvendo a fabricação desses produtos e/ou serviços, até o relacionamento com seus fornecedores, empregados e clientes, além da analise da atuação de seus concorrentes no mercado onde esta empresa atua ou atuará;
c) tudo isso direcionado à produção de resultados positivos pela empresa, ou seja, de forma que ela tenha condições de se manter no mercado gerando os lucros esperados.
O que esperar de um modelo de negócios:
A elaboração e revisão periódica do modelo de negócios permitem aos empresarias e dirigentes conduzirem suas empresas até seus objetivos, de forma planejada, sem muitos sobressaltos e surpresas.
Parafraseando o gato da estória de Alice no País das Maravilhas, podemos dizer que no mundo empresarial “quem sabe para onde quer ir dificilmente se perderá no caminho”. Pense nisso!

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Como manter sua empresa viva

Por: Egnaldo Paulino

Como reinventar a empresa em um mundo em rápida transformação? Como obter novas respostas para os problemas recorrentes? Como prepará-la, não só para enfrentar os problemas atuais, mas também para os novos desafios que nem conhecemos ainda?
O certo é que nada será como antes. Precisamos reinventar constantemente nossa empresa neste mundo em reconfiguração.
Talvez você esteja se perguntando, bacana, até entendo que haja necessidade de mudanças e a criação de inovação. Mas como eu faço? Há um exemplo a seguir?
Um bom exemplo a ser seguido é de Henry Ford, em seu livro, “Minha Vida e Minha Obra”, nos brinda com um processo de inovação para o lançamento do seu famoso automóvel, o modelo T, com essas palavras:
“Vou construir um carro a motor para o grande público. Vai ser grande o suficiente para a família, mas pequeno o suficiente para o indivíduo dirigi-lo e mantê-lo. Vai ser construído com os melhores materiais, pelos melhores homens que possam ser contratados, após os desenhos mais simples que a engenharia moderna pode conceber. Mas vai ser tão baixo no preço que nenhum homem com um bom salário não será capaz de possuir um e desfrutar com sua família a benção de horas de prazer nos grandes espaços abertos de Deus”.
Por meio desta história, nos mostra claramente que a inovação surge da necessidade de criar algo novo para se adaptar às mudanças contínuas do mundo na vida das pessoas. Por isso, que as inovações mais bem sucedidas, são aquelas que surgem por oportunidades ou necessidades de se fazer algo novo.
Ela também nos mostra que o líder é o responsável pela criação da cultura da inovação dentro da sua organização. É importante que essa cultura seja capaz de transformar um ambiente, onde se respire espontaneamente inovação, e desenvolva um DNA inovador em que cada colaborador.
Entretanto, para implementar o processo de inovação numa empresa é necessário possuir um método, que eu descrevo da seguinte forma:
- Comece a mudar seu paradigma de inovação. Deixe de lado o velho modelo de mental de pensar em inovação. Entenda que a mudança não é tecnológica, mas humana. Lembrando que o processo de inovação procura sempre melhorar a experiência humana, geralmente agregando valor ao consumidor.
- Promova a cultura da inovação. Ela é capaz de transformar um ambiente, desenvolvendo um DNA inovador em que cada colaborador seja capaz de respirar inovação espontaneamente, onde se tenha um verdadeiro exército de pessoas buscando soluções com o foco “do cliente”.
- O ótimo é inimigo do bom? Não há tempo para sermos ótimos em tudo, mas podemos melhorar a cada dia em busca da excelência. Precisamos adotar o conceito das empresas de tecnologia da informação e criarmos “upgrade” para nossas empresas.
- O que importa não é o negócio, mas o modelo de negócio. A concorrência deixou de ser entre empresas e passou a ser entre modelos de negócio. Desta forma, o conceito é qual a proposta de valor que a minha empresa entrega ao mercado, a sociedade, aos colaboradores e ao país.
- Procure resolver os problemas dos clientes. Apaixone-se pelo problema dos clientes. Em vez de se concentrar na solução, estabeleça um vínculo íntimo com as necessidades deles.
- Construa equipe de alta performance. Promova espaço para que as pessoas testem constantemente as novas idéias na empresa. O importante é fomentar a criatividade da equipe.
- Deixe os colaboradores testarem as ideias. Os integrantes de sua equipe se sentem mais motivados quando podem testar suas próprias ideias. Não tema reação das pessoas diante do fracasso. Os benefícios de fazer testes capazes de levar ao sucesso são muito maiores.
- Meça os resultados com os clientes. Assim, será possível saber se deverá continuar implementando a idéia, ou se devemos abandoná-la. Talvez, apenas algumas correções a tornará viável. Como se sabe, aprende-se nos fracassos.
Contudo, não basta apenas criar estratégia da cultura de inovação, mas não implementá-la. Ela pode ser a chave para manter a sua empresa viva.

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Sua empresa está realmente em desenvolvimento?

Por: jorgeluizdarochapereira

O seu empreendimento está no caminho certo para o desenvolvimento?
Ele atende aos quatro princípios básicos da gestão empresarial?
1. Ter os recursos financeiros necessários para honrar os seus compromissos mensalmente;
2. Oferecer, constantemente, produtos e serviços inovadores;
3. Atender, nas relações comerciais, as expectativas e as diferentes necessidades dos clientes;
4. Manter uma equipe de trabalho motivada e interessada em manter a empresa competitiva.
Administrar e alinhar à realidade do mercado a estas quatro situações requer do gestor o acompanhamento constante das oscilações e alternâncias do negócio, quanto ao comportamento dos consumidores, em relação à comercialização dos produtos e serviços.
Se por um lado o empresário precisa compreender os conceitos e as suas aplicações no mundo real, e ainda, realizar as análises financeiras, que começam na identificação da evolução do faturamento, depois na avaliação da lucratividade mensal, dependente da adequada elaboração dos custos e da formação dos preços de venda, embasada no mercado e nos limites da empresa e chega ao pleno domínio sobre a necessidade do capital de giro, e também da constatação da rentabilidade do negócio.
Por outro lado, conversar e guardar as informações geradas a partir do relacionamento com os clientes, através de ferramentas como o cadastro, o gerenciamento do atendimento, e realizar ainda o pós-venda, entre outras atividades, e também reconhecer os desejos e as necessidades dos clientes, é imprescindível para o sucesso das relações comerciais.
Para aproximar os dois lados, clientes e empresa, a organização deve manter sempre o melhor nível de comprometimento dos seus empregados com o negócio, e, evidentemente em direcionar os esforços para atingir os objetivos propostos e de desenvolvimentoprofissional, sem com isto, se descuidar da infraestrutura para manter a qualidade do atendimento.
Afinal, a evolução de um negócio depende de clientes, proprietários e funcionários, satisfeitos em todas as relações comerciais realizadas.
Portanto, o reconhecimento do desenvolvimento da sua empresa, está além de sucessivos aumentos dos faturamentos, de percentuais de lucro líquido em ascensão, ele também deve estar sustentado no sorriso de um cliente plenamente atendido e melhor ainda, com o desejo de voltar a adquirir seus produtos e serviços.

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Sucesso empresarial, existe uma fórmula?

Por: borishermanson e Gustavo Carrer

Sucesso é algo desejado por todos os empresários e empreendedores. A palavra sucesso traz consigo a idéia de alcançar um resultado feliz numa empreitada ou projeto. No mundo empresarial, este resultado feliz é uma meta perseguida por todos empresários e empreendedores. Mas será que existe alguma fórmula para se alcançar o sucesso no mundo das micro e pequenas empresas?
Bem, realmente não existe uma fórmula “mágica” para se alcançar o sucesso empresarial, antes, o que existe são fatores tais como planejamento, estudo e trabalho árduo que podem ajudar quem queira atingir este ideal.
Planejamento prévio:
Para se ter sucesso em qualquer empreitada, o planejamento é essencial, principalmente quando falamos na criação de um novo negócio.
Planejar significa, neste contexto, elaborar um plano detalhado da futura empresa. Para que isto seja possível é necessário conhecer todas as atividades que serão exercidas no novo negócio, seu público alvo, seus concorrentes, as tendências de mercado e ainda ter um bom conhecimento de gestão financeira.
Outra questão importante nessa etapa é a afinidade do empreendedor com o negócio, que costuma ira além do simples “gostar” do ramo, já que administrar uma pequena empresa exige habilidades em muitas áreas: comprar, vender, gerenciar pessoas e conflitos, lidar com clientes, fornecedores e concorrentes, entre outras competências.
O futuro empresário pode organizar todas as informações do novo negócio num único documento, conhecido como plano de negócios. O plano de negócios é um instrumento que serve para analisar, de forma conjunta, as informações do mercado (público alvo, dimensionamento da demanda e concorrência, tendências de mercado, etc), juntamente com as informações financeiras (investimento inicial, custos, despesas, taxa de retorno do capital investido, etc) permitindo uma avaliação prévia da oportunidade e dos riscos associados à nova atividade.
Com base nos resultados gerados pelo plano de negócios o empreendedor poderá decidir se o futuro negócio é ou não viável economicamente. Um negócio viável economicamente é aquele em que os custos de constituição e manutenção do novo negócio sejam compatíveis com o retorno financeiro que o empreendimento proporcionará.
Vale lembrar que a justificativa para a abertura e manutenção de um negócio é a geração de lucro. Assim, se for identificado que o futuro negócio não tem capacidade de gerar lucros no montante desejado pelo empreendedor, este negócio será inviável.
Trabalho árduo:
Uma vez elaborado o plano de negócios, caberá ao empreendedor tomar as decisões corretas na sua implantação e possíveis ajustes de trajetória. Qualquer mudança no planejamento inicial deverá ser realizada com muito cuidado, visto que elas poderão comprometer o resultado final. Neste sentido caberá ao empreendedor ter disciplina e saber controlar sua ansiedade, de modo que eventuais ajustes estejam limitados, sempre que possível, à adequação do planejamento a novas realidades surgidas com o desenvolvimento do novo negócio e não a mudanças de humor ou caprichos do empreendedor.
E o que é sucesso para você?
Para finalizar, vale destacar que a noção de sucesso é algo muito pessoal. Alguns empreendedores consideram que sucesso é ter uma empresa lucrativa. Outros consideram que sucesso é ter uma situação financeira estável. Bem, para que haja realmente sucesso no seu novo empreendimento vale ajustar suas expectativas à sua realidade e ao resultado do plano de negócios. Como exemplo de como a noção individual do que seja sucesso pode afetar um negócio citamos a situação de um empreendedor que considera sucesso a abertura de uma empresa de maior porte. Entretanto, se para abrir esta empresa maior ele assumir dividas bancárias incompatíveis com a capacidade do empreendimento pagar o empréstimo contraído, ele estará caminhando a passos largos para o fracasso.
Portanto o sucesso é sempre uma conquista avaliada de maneira pessoal, para alguns uma empresa lucrativa e rentável pode não ser suficiente para seus anseios materiais. Para outros basta que os resultados consigam pagar as contas de sua família, que o sucesso já foi alcançado.
Com estas dicas e reflexões esperamos que o empreendedor possa alcançar um sucesso sustentável e duradouro em seu novo negócio.

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Grandes empresários dão dicas de sucesso

Por: Erika Bismarchi

Todo empreendedor quer o sucesso da sua empresa, é claro. Pode até não admitir publicamente, mas se pudesse, seria tão rico e bem-sucedido como o fundador da Microsoft, Bill Gates. Mas antes de começar essa corrida, é preciso ter alguns pontos bem definidos. Qual é a importância do sucesso para você? O que você está disposto a abrir mão para alcançar seu objetivo? É necessário que você tenha a capacidade de definir as suas prioridades. O blog Saia do Lugar publicou cinco conselhos de grandes empresários mundiais, que podem nortear as suas escolhas não só para 2012, mas para toda a sua jornada empreendedora.
1. Mantenha uma atitude positiva
“Existem poucas chances de sucesso quando o mau humor predomina”
Andrew Carnegie, empresário norte-americano
Não deixe o mau humor abalar o seu dia. Tenha sempre um tempo na sua agenda para se divertir. Assistir a um filme ou sair com os amigos podem ser boas dicas. E, claro, sempre sorria. Gargalhadas são o melhor remédio.
2. Cuidado com o sucesso
“O sucesso é um péssimo professor. Ele seduz pessoas inteligentes a pensar que nunca irão falhar”
Bill Gates, fundador da Microsoft
Cuidado. Aqui você precisa medir o que vale a pena e quais são os seus objetivos de vida. Pense no preço que você está disposto a pagar pelo seu sucesso.
3. Faça pelo prazer de fazer
“Eu não faço as coisas pelo dinheiro. Faço porque gosto de fazer”
Donald Trump, Presidente das Organizações Trump
Faça aquilo de que você gosta e o que lhe dá prazer. As coisas fluem melhor quando as obrigações desaparecem. Invista um tempo para você e deixe de lado as obrigações e obstáculos.
4. Esteja atento às oportunidades
“Eu faço as coisas quando a oportunidade se apresenta”
Warren Buffet, megainvestidor
Reserve um tempo para se manter informado e atualizado. É necessário que você esteja focado no que acontece ao seu redor. A rotina e as tarefas de trabalho não podem impedir você de acompanhar o que está acontecendo no seu bairro, na sua cidade, em todo o mundo.
5. Seja realista
“Encare a realidade como ela é, não como ela foi ou como você gostaria que fosse.”
Jack Welch, ex-CEO da General Electric
Sonhe. Mas tenha sempre o pé no chão. Se você quer alcançar o sucesso, é fundamental que almeje e planeje o alcançável

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Citação sobre Gestão: Modelo de Negócios

“Não há um Modelo de Negócios único… na verdade, o que há são muitas oportunidade e muitas opções, precisamos apenas descobrir todas elas.”
Tim O’Reilly, CEO, O’Reilly

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